Rótula das Bandeiras

Rótula das Bandeiras
Situada na Praça Leopoldo Rosenfeldt, presta uma homenagem simbólica aos Estados brasileiros, através de bandeiras hasteadas no local. É onde se encontra também uma réplica do “Kikito”, o cobiçado troféu que representa o “Deus do Bom Humor”, entregue aos destaques do Festival de Cinema de Gramado.
Endereço: Praça Leopoldo Rosenfeldt
Acesso livre.
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Prefeitura Municipal

Prefeitura Municipal
Cartão postal de Gramado e exemplo típico da arquitetura gramadense. Apresenta, no alto, o brasão do município, esculturado em madeira policromada, com acabamento em lambrequins uma pintura bem harmoniosa, resgatando as etnias locais. Nela funciona toda a malha administrativa e a Secretaria de Turismo. Abriga também o pavilhão de esportes, utilizado para a prática desportiva e para a realização de inúmeros eventos.
Endereço: Av. das Hortênsias, 2029
Fone: (54) 3286.0200
Horário de funcionamento: Segunda a Quinta – 13h30min às 17h30min
Sexta – 8h às 11h30min e 13h30min às 17h30min
Acesso livre.
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Green Land

Green Land
O GREEN LAND, é uma oportunidade de contato com a natureza onde você vai encontrar um lago com lodo terápico, contato com os animais, emoção nas trilhas suspensas e na ponte pênsil. Neste lugar a natureza mostra a sua beleza de forma segura proporcionando diversão a adultos e crianças.
Endereço: Rua Bela Vista, 353 – Parque Knorr
Fone: (54) 3286.7332 / 3286.7164 / 9129.3431
Horário de funcionamento: Segundas, Terças, Quartas, Quintas, Sextas e Sábados: 10:30 às 19:30
Domingos:  10:30 às 18:30
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Parque Knorr – Aldeia do Papai Noel

Parque Knorr – Aldeia do Papai Noel
Bem no centro da cidade, nos jardins do Parque Knorr, num local repleto de encanto e magia você encontra a Árvore dos Desejos, o Chalé dos Ursos, Fábrica de Brinquedos, além da primeira casa da região em estilo bávaro, datada de 1940, toda decorada com motivos natalinos, onde hoje mora o Papai Noel. Dentro do parque está o mirante de onde pode ser apreciada a melhor vista do Vale do Quilombo.
Endereço: Rua Bela Vista, 353 – Parque Knorr
Fone: (54) 3286.7332 / 3286.7164 / 9129.3431
Horário de funcionamento: Todos os dias:  10h30min às 21h E-mail: rp@papainoel.comEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Site: www.papainoel.com
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Praça Major Nicoletti

Praça Major Nicoletti
Inaugurada em 1936 e reinaugurada em 2003, recebeu o nome do 1º sub-intendente do local, responsável pela localização atual de Gramado, núcleo da sede desde 17 de janeiro de 1913. A praça compõe, com a Igreja Matriz São Pedro e o Palácio dos Festivais, um dos cenários mais característicos da cidade.
Endereço: Av. Borges de Medeiros
Acesso livre.
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Rua Coberta

Rua Coberta
Cenário de eventos e apresentações, a Rua Coberta, que liga a Av. Borges de Medeiros e a Rua Garibaldi, é mais uma ótima alternativa em compras e gastronomia para o turista, principalmente em dias de chuva.
Endereço: Rua Madre Verônica
Acesso livre.
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Palácio dos Festivais – Cine Embaixador

Palácio dos Festivais – Cine Embaixador
Sede de exibição dos filmes participantes do Festival de Cinema de Gramado – cinema latino e brasileiro. No período do evento recebe artistas consagrados dos mais distintos lugares do mundo e lança no mercado filmes de curta, média e longa metragem, que concorrem ao “Kikito”.
Endereço: Av. Borges de Medeiros, 2697.
Fone: (54) 3286.1058
Sessões de Cinema: Sexta, Sábado, Domingo e Segunda às 20:30h (Durante Julho, todos os dias da semana)
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Igreja do Relógio

Igreja do Relógio
A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) foi inaugurada em 5 de fevereiro de 1961 e dedicada ao apóstolo Paulo, seguidor de cristo. Seu relógio faz parte do dia a dia da cidade e sua localização, sobre um bouquet de hortênsias é um dos cartões postais de Gramado.
Endereço: Rua Martin Lutero, s/n
Fone: (54) 3286.1061
Horário de funcionamento: Aberto à visitação diariamente das 14h às 18h.
Acesso livre.
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Igreja São Pedro

Igreja São Pedro
Inaugurada em 1942, é uma das maiores demonstrações de religiosidade da comunidade. A estrutura montada em pedra basáltica exibe arte nos vitrais com imagens sacras e em perfeita harmonia arquitetônica. A torre, de 46 m de altura, inspira uma prece a São Pedro, o padroeiro.
Endereço: Av. Borges de Medeiros, 2659
Fone: (54) 3286.1187
Horário de funcionamento: Todos os dias, 8h às 21h. Fechado para manutenção nas
primeiras e terceiras Segundas-Feiras do mês.
Acesso livre.
E-mail: spedro@via-rs.net
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Mini Mundo

Mini Mundo
Criado pela família Höppner em 1981, nele funciona a fantasia de uma cidade em miniatura, ao estilo Legoland, na Dinamarca. Mostra réplicas de castelos, ferrovias, moinhos, praças, igrejas, estaleiros, teleféricos, torres, lagos, cascatas e casas típicas, num mundo imaginário e criativo.
Endereço: Rua Horácio Cardoso, 291
Fone: (54) 3286.1334
Horário de funcionamento: Todos os dias, 10h às 17h
E-mail: hotel@minimundo.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Site: www.minimundo.com.br
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Belvedere – Vale do Quilombo

Belvedere – Vale do Quilombo
Paisagem que se descortina diante dos olhos do expectador, mostrando o quanto Gramado é privilegiada e dotada pela natureza. Ali, os 850m de altitude parecem uma oração de amor e suavidade, onde o ser humano se integra na criação.
Endereço: Av.das Hortênsias
Acesso livre.
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Pórtico (Entrada Via Taquara)

Pórtico (Entrada Via Taquara)
Localizado na entrada da cidade pela via Taquara, em estilo normando e inaugurado em 8 de Junho de 1991. É uma homenagem à colonização alemã.
Endereço:
RS, 115
Fone: (54) 3286.8171
Horário de funcionamento: Terça a Domingo - 9h às 16h
Acesso livre.
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Pórtico (Entrada Via Nova Petrópolis)

Pórtico (Entrada Via Nova Petrópolis)
Localizado na entrada de Gramado, sua construção é em estilo bávaro, visando dar boas vindas aos visitantes. Foi inaugurado em 6 de janeiro de 1973, além de ser uma bela construção, possui jardins bem cuidados e floridos, encantando os visitantes que sempre procuram, através da fotografia, obter uma lembrança de Gramado.
Endereço: RS, 235
Fone: (54) 3286.2803
Horário de funcionamento: Terça a Domingo – 9h às 16h
Acesso livre.
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Fonte
 FONTE

Os textos aqui mostrados referentes a cidade de Pelotas foram retirados do site da cidade de Pelotas
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Recanto dos Coswig




   Recanto dos Coswig
   Localização: Colônia Progresso/ 4º Distrito de Pelotas.
    Telefone: (53) 3224 9064
    Email: marcoswilke@gmail.com
    Site: http://www.recantodoscoswig.com.br
   O Recanto dos Coswig é um parque ecológico que oferece belas paisagens e ainda diversas atividades de lazer.

Atividades/ Atrações:
  - Piscina natuaral com água do Arroio;
  - Passeio a cavalo;
  - Jogos;
  - Passeio pelos arredores do Arroio Quilombinho;
  - Pousada;
  - Restaurante;
  - Praça para crianças;
  - Área para camping.
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Mercado Publico
Mercado Público

   Localização: Praça Sete de Julho
   Dias de funcionamento: Diariamente - Horário Comercial
   Telefone para informações: (53) 3225 3733
   Não é cobrada taxa para visitação.

Um pouco da história
   Construção: 1847

   Com a aprovação da Construção em 1846, foi elaborado o projeto do Mercado, mas a Câmara Municipal não conseguiu recursos para sua construção. Em 1849, Roberto Offer apresentou à Câmara um outro projeto, considerado de valor exorbitante, mas de boa qualidade. Consistia num prédio quadrado, de pátio central, com acesso pelas esquinas. A construção destinada às lojas, o pátio ao comércio informal e o centro à primitiva torre do relógio, de material, com abóbada e sotéia (mirante).
   No período de 1911-1914, o Mercado sofreu uma reformulação profunda em termos de plantas e fachadas, obras dirigidas pelo engenheiro Manoel Itaqui; nesta fase o prédio recebeu, além de mudanças de acessos, a torre do relógio e o farol de ferro, importados de Hamburgo, na Alemanha, fazendo uma alusão à Torre Eiffel, da França. Do farol emergia luz de uma poderosa luminária rotativa, que espargia raios para todos os quadrantes. Vista de longe, identificou a cidade por muitos anos. Contam moradores da Cascata e Três Cerros que, à noite, era possível ver o famoso farol do Mercado.
   Na planta anterior os acessos eram apenas pelas esquinas em chanfro coroados por um frontão triangular. Já na planta de 1914 o partido e a volumetria modificaram-se, tornando os acessos centralizados nas fachadas e torreões nas esquinas, com suas circulações internas em cruz, com um arcabouço central apoiado em 74 colunas de ferro, com tesouras ligadas por vigas de ferro abertas em ogivas e com vitrais nas ogivas laterais. O primeiro prédio é de linhas simples apresentando um ritmo de cheios e vazios marcados pelas vergas em arco pleno no vão das portas. No seguinte os torreões recebem na platibanda ornamentos com guirlandas de flores e frutas em relevo, em estilo Art Nouveau. Possui 120 lojas dos mais variados tipos. O relógio e o sino existem até hoje.
   Atualmente, continua exercendo a sua função de mercado municipal, abastecendo a cidade com seus diferentes tipos de produtos.
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Catedral Sao Francisco de Paula
Catedral São Francisco de Paula


   Localização: Praça José Bonifácio, n°15
   Funcionamento: Segunda a Sábado - 10:00 às 19:30
   Domingos – 08:00 às 12:00/18:00
   Telefone para informações: (53) 3222 2096
   Não é cobrada taxa para visitação

Um pouco da história

   A história do mais importante edifício religioso de Pelotas pode ser dividida em, pelos menos, três fases. A primeira foi com a construção da capela em 1813, por iniciativa do Pe. Felício da Costa Pereira, que foi seu autor, projetou e executou a obra, pequeno santuário, construído em alvenaria com duas águas e telhas de barro. Era constituído de uma nave de 6,6m x 13,20m (incluindo a capela-mor), sem torres e sacristia.
   A Catedral abriga, desde os primeiros tempos, a imagem de São Francisco de Paula, de origem artística desconhecida, tendo sido trazida da Colônia do Sacramento. Este santo dá o nome à Igreja não por acaso, pois é o padroeiro de Pelotas.
   Em 1826, após ter sido destruída por um raio, foram iniciadas as obras de um "novo templo", pelo lado de fora do primitivo. Em 1846, o Imperador D. Pedro II, lança, na Praça da Regeneração (hoje Cel. Pedro Osório), a pedra fundamental para a construção de uma nova Catedral no entorno da praça.
   Em meados do século XIX, a Catedral já apresentava a fachada atual, com pórtico e terraço, com jogo de ordens superpostas (dóricas no térreo, jônicas no primeiro pavimento e coríntias nas torres), com sua platibanda e pequeno frontão; com duas torres sineiros e com suas duas cúpulas características. Era ainda muito primitiva: nave única, tribunas laterais, altar-mor ao fundo e duas bases nas torres. Em 1915, sofreu uma ampliação: um prédio de dois pavimentos é anexado para servir de salão paroquial. Em 1933, uma nova reforma ampliou sua capacidade para 1700 pessoas. O altar-mor foi recuado para o fundo, a sacristia ocupou o pavimento térreo do salão paroquial, eliminaram-se as tribunas. As janelas laterais foram retiradas e substituídas por vitrais com passagens bíblicas. Os vitrais foram doados por famílias pelotenses.
   A Catedral só veio assumir sua configuração atual entre 1947 e 1948, quando foram construídas a cripta e a grandiosa cúpula (desenho do arquiteto Roberto Offer, de 1847), pelo arquiteto Victorino Zani. Para completar seu trabalho, vieram da Itália os artistas Aldo Locatelli e Emílio Sessa, que se encarregaram da decoração interna do templo, a convite de Dom Antonio Zattera. A pintura mural foi realizada com têmpera sobre reboco seco. A tinta resulta da mistura de pigmentos com aglutinantes solúveis em água, que podem ser cola, ovo, caseína, etc. Composição figurativa, estruturada sobre uma base geométrica, onde se pode sentir unidade, harmonia e equilíbrio. A combinação de cores determina a oposição entre os claros e escuros, o artista modela e produz texturas por meio da cor. Vários estilos foram utilizados pelo pintor Aldo Locatelli: Renascentista, na composição, perspectiva, "sfumato" (sombreados); Maneirista, na complexidade das posturas, graça, forma serpentinada, variedade dos aspectos do corpo; e Barroco, na força na ação, combinação de luminosidade e dramaticidade e iluminação em diagonal.
   Aldo Locatelli ficou conhecido pelo seu magnífico trabalho. Foi contratado posteriormente para pintar a Catedral de Porto Alegre, o Palácio Piratini e a Igreja de Caxias do Sul. Mas sua obra maior está na Catedral de São Francisco de Paula, que originou sua vinda diretamente da Itália a fim de executá-la.
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Grande Hotel
Grande Hotel


   Localização: Pça. Cel. Pedro Osório, n°51
   Horário de funcionamento: Segunda a Sexta – 9h às 12h; 12h30min. às 18h30min.
   Telefone para informações: (53) 3225 3733
   Não é cobrada taxa para visitação.

Um pouco da história

   Construção: 1925 a 1928
   Através da Cia. Incorporadora Grande Hotel, organizada para a construção do mesmo, foi adquirido o terreno no ano de 1924, através de doação do Dr. Fernando Luis Osório, no local onde funcionava o Cinema Politeama. O projeto foi escolhido através de concurso, cujo vencedor foi Theófilo Borges de Barros.
   A pedra fundamental foi lançada em 1925 e o prédio foi inaugurado em 1928, em meio a uma terrível crise financeira. O edifício tem quatro andares, construção de esquina com subsolo habitável, andar térreo mais elevado em relação ao passeio, andar nobre evidenciado na fachada, dois pavimentos-tipo e mansarda. Possui 76 quartos, 6 apartamentos tipo suíte, salão de chá, um grande vestíbulo coberto por clarabóia de vidros coloridos (importada da França) e restaurante. No vestíbulo encontra-se escadaria com piso em mármore e corrimão em ferro trabalhado. Demonstra estilo Art Nouveau.
   Suas fachadas frontais possuem uma preocupação formal com o Ecletismo Histórico. No segundo pavimento, balcões sustentados por "cachorros" ornamentados com volutas dividem a volumetria. Com alto embasamento, que aumenta a imponência da construção, as fachadas são divididas verticalmente em três corpos distintos, originando pavilhões laterais salientes arrematados com frontões, sobrepostos às platibandas com brasões do Hotel ornados por guirlandas de rosas. Na esquina, o acesso é marcado por um corpo arredondado coroado por uma cúpula de bronze, importada da França, que abriga em seu interior um alojamento sob a caixa d'água.
   Devido à elegância em seu estilo, o Grande Hotel mereceu a seguinte observação do escritor e historiador Berilo Neves, que escreveu "Pompas e Cochilhas": “o Grande Hotel de Pelotas é um dos poucos ‘grandes hotéis’ do mundo que justificam seu nome”.
   Tombado, permanece na Praça mais importante de Pelotas como um símbolo da cidade. Muitos personagens ilustres nele se hospedaram e por muitos anos foi o principal hotel da cidade e da região. Era considerado o salão de festas da cidade. Lá costumavam ser oferecidos banquetes homenageando grandes personalidades nacionais e bailes de carnaval eram comemorados. Um jantar no restaurante do Grande Hotel era classificado como o que havia de mais granfino.
   Atualmente, o prédio está sob a administração da Secretaria de Cultura, e dispõe de duas salas de exposições de arte, a Frederico Trebbi e a Antônio Caringi. As exposições e a visitação devem ser consultadas junto à Secult (53) 3225 7355.
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Biblioteca Publica Municipal
Biblioteca Pública Municipal

 
  Localização: Pça. Cel. Pedro Osório, n°103
   Funcionamento: Segunda a Sexta - 9:00 às 18:00
   Telefone para informações: (53) 3222 3856
   Não é cobrada taxa para visitação ao prédio e/ ou consulta dos livros.

   Um pouco da história

   Construção: 1878 a 1881
   A história conta que a Biblioteca foi fundada em 1875, por diversos cavalheiros da sociedade local, com o objetivo de colaborar para o conhecimento intelectual e cultural dos pelotenses. Em 1878, João Simões Lopes, o Visconde da Graça, inaugurou os alicerces do prédio, projetado por José Izella Merotte e construído graças às doações da população mais abastada, que mandava trazer da Europa vários materiais de construção, como os marcos de pedra e o arco de granito da entrada principal (vindos de Portugal).
   O povo em geral também deu a sua contribuição através da doação de madeira, pregos, cortinas, além de dinheiro, arrecadado em quermesses e bazares. Entre 1911 e 1913, sofreu acréscimo de um segundo piso, projetado por Caetano Casaretto.
   A linguagem formal do edifício vem do Historicismo Eclético, composto por colunas e pilastras, tendo o acesso central marcado por um frontão sustentado simetricamente por cariátides, além de balcões e sacadas de púlpito. Um globo coroa toda a construção, como um marco da sabedoria e símbolo máximo do Positivismo (filosofia embasada na observação e experiência). Há várias pinturas executadas no interior do prédio, como ao lado do frontão da escadaria, paredes laterais, painéis junto ao teto. O teto do paravento apresenta o emblema em entalhe feito por Guilherme Schmoll.
   A Biblioteca Pública possui um Museu, que dispõe várias peças históricas desde o período da Pré-História até o século XIX, e está aberto à visitação. Além disso, no segundo andar da instituição, há um acervo dos principais jornais de Pelotas, também aberto à consulta.
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Charqueadas Santa Rita


   Localização: Estrada da Costa, nº 200, Bairro Areal.
   Funcionamento: Diariamente, incluindo sábados, domingos e feriados.
   Telefone para informações: (53) 3228-2024 Fax: (53) 3282-1433
   Site: www.charqueadasantarita.com.br

   Um pouco da história

   A Charqueada Santa Rita, construída em 1826 em estilo Colonial, foi parte importante do Núcleo Charqueador Pelotense e, como tal, parte da história da cidade de Pelotas. Com uma arquitetura primorosamente restaurada e um exuberante jardim centenário, ainda mantém vivo o reflexo do esplendor que foi, um dia, a cidade de Pelotas. Hoje, a Charqueada Santa Rita abre suas portas para visitação turística guiada, a fim de mostrar a sua rica história, seu conjunto arquitetônico e seu jardim. Também possui uma aconchegante Pousada, localizada às margens do Arroio Pelotas, escolhida pelo diretor Jaime Monjardim e a atriz Daniela Escobar para se hospedarem durante a filmagem da minissérie global "A Casa das Sete Mulheres".
   A Charqueada Santa Rita ainda dispõe de um espaço para eventos, com capacidade para 150 pessoas, equipado para a realização de formaturas, casamentos, aniversários e conferências, além de um excelente espaço para a realização de eventos variados. A propriedade dispõe, ainda, de Museu do Charque, o qual possui caráter itinerante, atendendo a escolas, museus, e outros municípios.
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Charqueada Sao João
  CHARQUEADA SAO JOÃO
 Localização: Nas margens do Arroio Pelotas - Estrada da Costa, n° 500

   Possui acesso pelo interior da cidade através da Av. Domingos de Almeida.
   Funcionamento: Diariamente, incluindo Sábados, Domingos e Feriados, mas é preciso realizar agendamento.
   Telefone para informações: (53) 3228 2425

   Atividades: tour monitorado pela casa, área interna e externa (duração: 45min.) ;
   Passeio de barco “Rota das Charqueadas” (Duração: 50min.)


Um pouco da história

   Construída em 1810, situada na margem direita do Arroio Pelotas, foi charqueada do ilustre português Antônio Gonçalves Chaves, autor do clássico "Memórias Ecônomo-Políticas sobre a Administração Pública do Brasil" (1817 a 22).
   Apresenta-se em estilo Colonial. Residência térrea com pátio interno, formada a partir de ampliações sucessivas, que configura um grande retângulo. Inicialmente, a construção foi erguida com uma cozinha em anexo. Em uma segunda etapa, teriam sido construídas as alas leste e sul, desenhando uma espécie de C, com pátio de serviço aberto ao centro. Por último, uma ampliação serviu para fechar o pátio central, através da construção de um depósito. Ainda tem resquícios do que foi a senzala e um jardim ornado de estátuas do Porto, fontes d'agua e figueiras centenárias. Nas paredes estão expostos alguns objetos de uso nas charqueadas.
   Auguste de Saint-Hilaire, célebre viajante e naturalista francês, descreveu o prédio como "dividido em grandes peças, que se comunicam, umas com as outras, e ao mesmo tempo, se abrem para fora", ou seja, "gênero de distribuição adotado em todo o Brasil". A fachada principal (norte e de costas para o arroio) apresenta sete aberturas, cunhais, soco, beiral com cimalha e pequena calçada.


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Museu da Baronesa
Museu da Baronesa

Localização: Av. Domingos de Almeida, nº 1490
Horário de funcionamento:
Terça a Sexta - 13:00 às 18:00
Sábados, Domingos e Feriados - 14:30 às 17:30
Telefone: (53) 3228 4606
Visitação ao museu : Neste local encontramos registrada toda a opulência vivida por Pelotas durante o século XIX. Valores e riquezas foram preservados num acervo que conta com objetos como: mobília de mogno, enxovais ricamente bordados, vestuário de época, leques, baús e bibelôs. Grande parte das peças mostradas no museu fazem parte do acervo doado por Lourdes Noronha Coelho Borges e Adail Bento da Costa, este último um artista e colecionador pelotense. Para utilizar somente o Parque não é cobrada entrada.

Um pouco da história
Construção: séc. XIX
Situadas nas periferias das vilas e cidades, as chácaras representavam uma opção de moradia para as famílias abastadas, pois reuniam o que havia de melhor entre a vida rural e a urbana da época. Em 1863, o Cel. Aníbal Antunes Maciel adquiriu de Vicente Aurélio Prates essa propriedade para presentear seu filho - Aníbal Antunes Maciel, por ocasião do casamento deste com Amélia Hartley de Brito (1864), carioca de nascimento e inglesa por descendência. O jovem casal transferiu-se do Rio de Janeiro para Pelotas e, durante os 23 anos de matrimônio, tratou de melhorar as condições da chácara. Ampliou-a e transformou-a numa construção de base quadrada, com pátio central, encimada por uma camarinha. Do lado esquerdo e interligada ao Solar, em uma varanda decorada com lambrequins, foi edificado o salão de festas (capela). Nos fundos, foi construída a magnífica torre de banhos (apresenta azulejos europeus e banheira com fundo de mármore).
O Solar é uma obra arquitetônica cuja beleza reside na harmoniosa convivência entre os estilos Neoclássico e Colonial Brasileiro. Ocupa uma área de aproximadamente 7 hectares, e uma construção de 820m², com 22 peças e um pátio interno com algibe, que serviu para abastecer de água o Solar. Contornando todo o conjunto, foram cultivados dois jardins: um ao gosto francês (rígido e simétrico pelo desenho dos canteiros, chafariz e elementos decorativos) e um ao gosto inglês (pitoresco, com uma gruta labirintiforme construída com pedras superpostas, com interior em pedras de quartzo, vindas de carroça de Quarai). Na sua cúpula foi gravado o nome da primeira anfitriã: Amélia, a Baronesa dos Três Serros. A água canalizada da gruta forma dois lagos. Sobre estes, pontes rústicas. Também foi erguido um "castelinho" para acolher coelhos e pombos.
Aníbal Antunes Maciel ganhou notoriedade pela alforria concedida a seus escravos, em 1884, muito antes da Lei Áurea, fato que o fez ser agraciado com o título de Barão dos Três Serros, por decreto do Imperador Dom Pedro II. Faleceu três anos depois, aos 49 anos. A baronesa viúva permaneceu mais alguns anos em Pelotas, transferindo-se definitivamente para o Rio de Janeiro, em 1899. D. Amélia Harthey Antunes Maciel , "Sinhá Amélinha", era conhecida também por sua bondade. Esta grande dama tornou conhecida a Chácara dos Barões como o Solar da Baronesa. A última moradora foi Déa Antunes Maciel, neta dos barões. O prédio foi restaurado, e entregue à comunidade Pelotense em 1982 como Museu Municipal Parque da Baronesa. Possui um acervo de mais de mil peças destacando-se uma coleção de móveis e acessórios pertencentes à família Antunes Maciel e uma coleção pertencente ao artista plástico Adail Bento Costa, com móveis, leques, porcelanas, pratarias, armários, paramentos, vestes, fardas militares e imagens de madeira.
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Pelotas

Pelotas é um município brasileiro, o terceiro mais populoso do estado do Rio Grande do Sul. Está localizado na encosta do Sudeste, às margens do Canal São Gonçalo que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, ocupando uma área de 1.609 km² e possuindo uma população de 343.167 habitantes, com cerca de 92% deste total residindo na zona urbana do município. Pelotas está localizada a 250 quilômetros de Porto Alegre, a capital do estado.

Na história econômica do município destaca-se a produção do charque que era enviado para todo o Brasil, e fez a riqueza de Pelotas em tempos passados.

O município conta com cinco instituições de ensino superior, quatro grandes escolas técnicas, três teatros, uma biblioteca pública, vinte e três museus, dois jornais de circulação diária, três emissoras de televisão, um aeroporto e um porto flúvio-lacustre localizado às margens do Canal São Gonçalo.

Quanto ao transporte para outras cidades, este pode ser feito por meio terrestre, ferroviário e aéreo.

Tanto a zona urbana quanto a rural de Pelotas conta com monumentos, paisagens e vistas belíssimas, que levaram a televisão brasileira a escolher o município já por duas vezes como cenário para suas produções: "Incidente em Antares", cuja locação foi feita na zona do porto; e "A Casa das Sete Mulheres", filmada numa charqueada na zona rural.

Em Pelotas é realizada todos os anos a tradicional Fenadoce - Feira Nacional do Doce -, festa de eventos ancorada pelos famosos doces de origem portuguesa e que fazem a fama de Pelotas.
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Pousada do Monte

Pousada do Monte

Localização: Monte Bonito / 9º Distrito de Pelotas.

Telefone: (53) 3277 30 77 (até as 20h)

Localizada em Monte Bonito, a 25 Km do centro de Pelotas, a propriedade localiza-se num dos pontos mais altos de Pelotas, a 103 metros acima do nível do mar, onde existia uma sesmaria (fração de terra inculta de 3000 braças ou 6600 metros), montanhosa e considerada como um monte muito bonito.
Hoje o local é tido como mirante do centro de Pelotas, da praia do Laranjal e do município do Capão do Leão, vista esta muito exuberante, principalmente quando observada à noite. A Pousada é administrada por uma família de descendentes de imigrantes portugueses vindos para o Brasil em 1892.

Atividades/ Atrações:
- Caminhos e trilhas;
- Piscinas adulto e infantil;
- Campos de vôlei e futebol;
- Churrasqueiras;
- Pracinha;
- Pousada.
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O Rio Grande do Sul

Os Gaúchos do Brasil

A História do Rio Grande do Sul inicia-se quase duzentos anos após o Descobrimento do Brasil com a fundação de Colônia do Sacramento (hoje situada no Uruguai), quando tardiamente os portugueses mostraram interesse pela região. A partir daí segue-se um longo período de guerras entre portugueses e espanhóis pela posse da terra. A disputa entre os dois países ibéricos só terminaria com a definição das atuais fronteiras do sul do país, em decorrência da independência do Uruguai em 1825.

Deste período cabe destacar a atuação dos padres jesuítas espanhóis que em 1634 iniciaram a catequização dos índios guaranis e introduziram o gado bovino. Desta primeira vinda dos jesuítas, após sua expulsão em 1641, ficou espalhado pela vastidão do pampa parte do gado que se tornou "chimarrão", ou selvagem. Este fato deu origem ao gaúcho e toda a tradição campeira do Rio Grande do Sul. Em 1682 voltam os jesuítas fundando 8 reduções ou povos. Destas, 7 prosperaram tornando-se os "Sete Povos das Missões". Estes Povos foram verdadeiras cidades que, sob o forte comando dos religiosos, vicejaram a ponto de causar preocupações tanto por parte do governo português como dos espanhóis. A República Guarani teve no Tratado de Madri (1750), quando foi trocada por Colônia do Sacramento, o início de sua queda total, o que veio a ocorrer em 1756 no massacre de Caiboaté, quando pereceram cerca de 1.500 índios.

Por conta da constante luta territorial, o sul foi uma civilização militar e pastoril nas imensas áreas de pasto propícias para a criação de gado bovino, colonizado inicialmente por tropeiros e militares, brasileiros de outras regiões e portugueses, principalmente açorianos. Estes, marcaram profundamente a formação do tipo sul-rio-grandense com a chegada dos casais açorianos a partir de 1747. No século XVIII formavam mais da metade da população.

Assim, a origem do gaúcho deu-se pela miscigenação dos indígenas com os lusos-brasileiros e hispânicos. Hoje, O Gaúcho Pampeano traz fortes convergências culturais com os gaúchos uruguaios e argentinos, vivendo situações e atividades idênticas. Completando o arcabouço cultural do Rio Grande com seu legado estão os africanos que entraram maciçamente no RS como mão-de-obra escrava para a produção industrial da carne salgada, as charqueadas, iniciada em 1780. É também etnia integrante do período inicial, embora em menor número, os judeus.

Posteriormente chegaram os alemães (1824) e os italianos (1875) que adentraram em território gaúcho em ondas migratórias incentivadas pelo governo brasileiro. Estes imigrantes, trazendo e mantendo aqui suas tradições e costumes, enriqueceram o panorama cultural rio-grandense enormemente, constituindo-se em poderoso atrativo turístico as regiões em que esses imigrantes, alemães e italianos, se estabeleceram.

Novas migrações continuaram a integrar o mosaico cultural do Rio Grande do Sul. Os poloneses, no fim do século XIX, chegaram com forte contingente e os japoneses, após a 2ª Guerra Mundial. Imigrantes árabes, de marcante presença - logo atrás de poloneses - já estavam em todo o Estado por volta de 1880. Em menor número, mas digna de nota, é a presença, em nosso meio, de holandeses, chineses, franceses, ucranianos, russos, letonianos, ingleses, americanos, suíços, belgas, húngaros, gregos e suecos que, mais recentemente, aportaram em solo gaúcho.

Hoje pode-se afirmar que há pessoas de todas as partes do mundo vivendo no Rio Grande do Sul, todos trazendo sua cultura e absorvendo nossas tradições, tornando-se autênticos gaúchos. Há, também, gaúchos espalhados pelo Brasil e o mundo, levando onde quer que se estabeleçam, um pedaço do Rio Grande do Sul e a beleza de sua rica tradição.




Dados Gerais

Área: 281.748.538km²;

População: 10.582.840 hab. (2007)

Gentílico: Gaúcho

IDH: 0,869 (2008)

Taxa de Alfabetização: 90,5% (2008)

Capital: Porto Alegre

Número de Municípios: 496 (2008)

Principais Municípios (população e economia): Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas, Passo Fundo, Rio Grande e Uruguaiana.




Posição Geográfica e Fuso Horário

Continente: América
Hemisférios: Sul (Linha do Equador) e Oeste (Meridiano de Greenwich).
País: Brasil
Região: Sul (Estado mais meridional do país).
Fuso Horário Mundial: -3 GMT (menos 3 horas de Greenwich, Londres).
Fuso Horário Nacional: mesma hora de Brasília-DF (oficial).



Limites e Fronteiras

Limita-se ao norte e nordeste com o Estado de Santa Catarina (958km), ao leste e sudeste com o Oceano Atlântico (622km), ao sul e sudoeste com a República Oriental do Uruguai (1003km) e ao oeste e noroeste com a República Argentina (724km).




Pontos Extremos

Norte: uma das curvas do rio Uruguai, a 27º04’49” de latitude sul.
Sul: uma curva do arroio Chuí (volta da Baleia), a 33º44’42” de latitude sul.
Leste: barra do rio Mampituba, a 49º42’22” de longitude oeste.
Oeste: barra do rio Quaraí, afluente do rio Uruguai, a 57º38’34” de longitude oeste.



Clima

Mesotérmico Úmido das Latitudes Médias, também conhecido por subtropical. Na classificação de Köppen, Cfa (verão quente na maior parte do estado) e Cfb (verão brando no nordeste e nas serras de sudeste).
Zona Climática: Temperada do Sul (entre o Trópico de Capricórnio e o Círculo Polar Antártico).




Relevo

Centro-sul: planalto Sul-Rio-Grandense, também conhecido por serras de Sudeste ou escudo cristalino. As principais serras são: de Caçapava, de Encruzilhada, dos Tapes e do Herval.
Norte: planaltos e chapadas da Bacia do Paraná, também conhecido por planalto Norte-Rio-Grandense ou serra Geral O ponto mais elevado do território, o monte Negro, com 1.398 metros, encontra-se nessa região, no município de São José dos Ausentes.
Centro: depressão periférica Sul-Rio-Grandense, também conhecida por depressão Central.
Litoral: planície da Laguna dos Patos e Mirim, também conhecida por planície Litorânea ou planície Costeira.




Vegetação

Campinas: campos limpos (gramíneas), na metade sul e oeste.
Campos do planalto: também conhecidos por campos de cima da serra, no nordeste.
Mata Subtropical: continuação da mata Atlântica que atinge as porções norte e centro.
Mata dos Pinhais: também conhecida por floresta de Araucária ou mata de Araucária, no norte e nordeste.




Hidrografia
Bacia do Uruguai: formada pelo rio Uruguai e seus afluentes. O rio Uruguai é o mais extenso do estado e é formado pela junção dos rios Pelotas e Canoas, na divisa com Santa Catarina. Desemboca no rio da Prata, entre o Uruguai e a Argentina. Os principais afluentes são os rios Inhandava, Erechim, Passo Fundo, Várzea, Ijuí, Piratini, Jaguari, Santa Maria, Ibirapuitã, Ibicuí e Quaraí.
Bacia Atlântica: também conhecida por bacia do Leste, é um conjunto de bacias hidrográficas cujas águas correm para o Oceano Atlântico. Os principais rios são o Jacuí, Pardo, Taquari, Caí, dos Sinos, Gravataí, Camaquã, Jaguarão e Piratini. Ainda merecem destaque as águas do lago Guaíba, da Laguna dos Patos e da lagoa Mirim, bem como as lagoas Itapeva, dos Quadros, Pinguela, dos Barros, do Peixe e Mangueira.
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